Para o mestre de música. Um salmo davídico. Ouve, ó Eterno, minha voz, quando expresso meu lamento; protege a minha vida do inimigo ameaçador.
Defende-me da conspiração dos ímpios e da ruidosa multidão dos perversos.
Eles afiam suas línguas como espadas, e como flechas disparam suas palavras cheias de veneno.
E de suas trincheiras ocultas atiram contra o homem íntegro; atacam, de emboscada, sem o menor receio da justiça.
Estão absolutamente dominados pela maldade, conspiram para tramar ciladas e argumentam entre si: ´Quem nos descobrirá?`
Tramam a injustiça e declaram: ´Fizemos um plano perfeito!` A mente e o coração deles buscam legitimar os crimes cometidos.
Entretanto, é Deus quem dispara contra eles uma flecha e, de pronto, os fere de morte.
Sua própria língua lhes provocará o fracasso repentino; todos que assistirem a esse triste fim menearão a cabeça e zombarão deles.
Então, todos os seres humanos temerão e proclamarão as obras de Deus, meditando sobre esses grandes feitos de Deus.
Que se alegre o justo, no Eterno; e nele busque refúgio; congratulem-se todos os retos de coração!